Estou novamente voltando a este Blog, e novamente para falar da comunidade, só que agora depois de ter apresentado a Comunidade, no Caso a Cidade de Santana do Livramento agora elaborando um Museu Virtual sobre a Comunidade da Escola Parceira.
Minha Escola parceira é a Escola de Ensino Fundamental Professor Dias que está localizada no bairro Bela Vista no Armour. Todo o entorno da Escola parceira está relacionado a companhia Armour, pois foi a instalação do Frigorífico que alavancou o desenvolvimento do município e a expansão do bairro.
A pesquisa sobre a história de povoamento do entorno da escola parceira é bem mais do que escrevi no blog, mas tenho a certeza desde que fiz o projeto da pesquisa do Museu Virtual, que alcancei os objetivos propostos pela Universidade, ou seja, pela equipe de professores do eixo de Processos Educativos V.
Segundo os textos de história e geografia que nos foi enviado para estudo e reflexão antes da solicitação da tarefa em questão, o objetivo da confecção desse Museu Virtual da Comunidade da Escola Parceira é para que conheçamos a realidade de onde estamos inseridos para que através dessa realidade possamos contextualizar o aprendizado de nossos educandos e só assim chegarmos ao que falou Pistrak (1981: 14) Propõe como objetivo da escola “estuda a
realidade atual, penetrá-la, viver nela”, um objetivo que deveria ser a intencionalidade de todas as ciências que compõem a grade curricular de todas as escolas, para que assim, os que passam por ela possam construir as bases necessárias para a transformação da sociedade e conquista do exercício da cidadania. Gente eu não copiei e colei, eu digitei igual estava no texto da professora Rose, portanto não é plágio, não fui eu que disse isso e sim o Pistrak, também a responsabilidade não é minha é dele, eu apenas concordo com ele.
Assim como eu coloquei no projeto eu fiz o museu por partes, depois eu prometo deixá-lo em uma única postagem.Segundo os textos de história e geografia que nos foi enviado para estudo e reflexão antes da solicitação da tarefa em questão, o objetivo da confecção desse Museu Virtual da Comunidade da Escola Parceira é para que conheçamos a realidade de onde estamos inseridos para que através dessa realidade possamos contextualizar o aprendizado de nossos educandos e só assim chegarmos ao que falou Pistrak (1981: 14) Propõe como objetivo da escola “estuda a
realidade atual, penetrá-la, viver nela”, um objetivo que deveria ser a intencionalidade de todas as ciências que compõem a grade curricular de todas as escolas, para que assim, os que passam por ela possam construir as bases necessárias para a transformação da sociedade e conquista do exercício da cidadania. Gente eu não copiei e colei, eu digitei igual estava no texto da professora Rose, portanto não é plágio, não fui eu que disse isso e sim o Pistrak, também a responsabilidade não é minha é dele, eu apenas concordo com ele.
Mas continuando as considerações finais quero falar da situação atual da comunidade, é a parte pior da pesquisa pois o que um dia foi desenvolvimento e crescimento hoje só é saudades, o que permanece igual é aquela parte ruim da época da povoação, devido a localização de nossa cidade estar em uma fronteira sempre foi tudo muito misturado, isso quer dizer brasileiros e Uruguaios e uma língua que não é nem português nem espanhol e sim o Portunhol, sempre foi assim desde o tempo do início da povoação e continua do mesmo jeito e no início da povoação existiu muitas revoluções, disputa, roubo de gado e contrabando e hoje apesar das fiscalizações que são bem mais rigorosas ainda acontece .
Na minha opinião para mudar essa realidade e partir para um aprendizado atualizado, contextualizado com a realidade é necessário mudar a mentalidade da comunidade e se me perguntarem como eu faria isso, a resposta seria não sei porque a maneira que eu vejo é de acordo com o que já pesquisei em outros eixos sobre o entorno, seria trabalhar as situações problemas que é na área de educação Ambiental e Sustentabilidade, mas se me disserem, o problema é que ninguém acredita, ainda teria uma saída só que essa é impossível, seria levar os educandos lá para a beira do riacho onde soltam o esgoto da Cohab abrir suas cabeças e soltar os dejetos que tem dentro, também no riacho, aí sim partir para uma realidade totalmente nova.
Me perdoem pela expressão, mas lamentavelmente não vejo de outro jeito pois nesta cidade ainda tem pessoas, cidadãs e cultas que acreditam em uma dita Maldição do Padre Cordeiro, quem quiser conhecer a maldição pergunte para o Google, ele vai mostrá-la, até mesmo eu já me questionei será que poderia ser isso mesmo? Depois de tanto pensar, estudar e observar cheguei a triste conclusão que isso é uma desculpa esfarrapada daqueles que não querem lutar e mudar nada, então ficam colocando a culpa de seus fracassos no pobre padre Cordeiro.
Eu ainda perguntaria, se existisse o padre Cordeiro, as pessoas que bateram nele estariam dispostas a se arrependerem e pedirem desculpas ao padre para que retirasse a maldição e tudo ficasse melhor? Com certeza não fariam, pois não existe mais padre Cordeiro e seus espancadores, mas existem tantos outros que espancam a todo instante tantos Joões e tantas Marias e até crianças, de diversas maneiras com todos os tipos de maus tratos possíveis. Pensem nisso e se não for assim me digam e me provem o contrário, eu prefiro estar errada.
Me perdoem pela expressão, mas lamentavelmente não vejo de outro jeito pois nesta cidade ainda tem pessoas, cidadãs e cultas que acreditam em uma dita Maldição do Padre Cordeiro, quem quiser conhecer a maldição pergunte para o Google, ele vai mostrá-la, até mesmo eu já me questionei será que poderia ser isso mesmo? Depois de tanto pensar, estudar e observar cheguei a triste conclusão que isso é uma desculpa esfarrapada daqueles que não querem lutar e mudar nada, então ficam colocando a culpa de seus fracassos no pobre padre Cordeiro.
Eu ainda perguntaria, se existisse o padre Cordeiro, as pessoas que bateram nele estariam dispostas a se arrependerem e pedirem desculpas ao padre para que retirasse a maldição e tudo ficasse melhor? Com certeza não fariam, pois não existe mais padre Cordeiro e seus espancadores, mas existem tantos outros que espancam a todo instante tantos Joões e tantas Marias e até crianças, de diversas maneiras com todos os tipos de maus tratos possíveis. Pensem nisso e se não for assim me digam e me provem o contrário, eu prefiro estar errada.
Todas as informações pesquisadas na história foram retiradas do Livro, ARMOUR, Uma Aposta no Pampa, de Vera Prado Albornoz que já coloquei nas referencias bibliográficas do Projeto.
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